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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Drogas, quem vai por esse caminho?

Quinto

Entrar para a Turma
 
 
Nessa época da vida, há uma necessidade de aceitação e de fazer parte do grupo.
Eles querem se encaixar em uma galera e o passe para isso pode ser experimentar ou ter que fazer uso de bebidas alcoólicas e drogas.
 
Visto de longe, parece uma atitude ridícula e um tanto inadequada, porém é o fruto da imaturidade da adolescência.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Outras Comorbidades Psiquiátricas

Hoje em dia é muito comum que a dependência química e alcoólica esteja associada a outra comorbidade psiquiátrica, para tanto é necessário o devido acompanhamento do paciente para que todos os seus desvios sejam tratados juntamente à dependência.
 
Exatamente por esses motivos é que orientamos às famílias procurarem profissionais experientes logo no principio da percepção da dependência química e alcoólica, para que o quadro não evolua e sejam evitados futuros cruzamentos de comorbidades, o que dificulta a melhora do quadro do paciente. Caso você já esteja nesse estágio, não se preocupe, não é uma condição definitiva, dispomos de equipe especializada para te ajudar.
 
 
O que é?
 
Transtorno de Personalidade Borderline é um distúrbioo em que indíviduos têm dificuldades extremas que regulam suas emoções. Os problemas incluem a raiva intensa, as relações caóticas, impulsividade, senso de auto-instavel, tentativas de suicídio, automutilação, vergonha, medo de abandono e sentimentos crônicos de vazio.
 
 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Relação Drogas x Criminalidade! Existe saída!

A relação entre drogas e criminalidade é tão intensa que, muitas vezes, é muito difícil ou quase impossível identificar em determinado comportamento, qual fator desencadeou o processo desviante.
Existem pessoas se prostituindo com o único objetivo: comprar drogas. Moças bonitas, saudáveis, de famílias de classes média e alta, muitas cursando as melhores universidades, que vencidas pela dependência química, apelam para a prostituição para sustentar o vicio.
O que acontece com a maioria delas é que em momentos de fisssura, praticam relações sexuais sem qualquer proteção com vários parceiros, expondo-se ao vírus HIV, siflis, hepatite, DSTs. Diferentemente das profissionais do sexo, estas mulheres depreciam-se fazendo programas por dia, por preço vil.
Outras vezes, tão dependentes, prncipalmente da cocaína e do crack, abandonam escolas, família, perdem emprego, e assim, sem sustento, sem qualquer atividade licita ou apoio, partem para a prostituição.
Com os rapazes observamos fenômeno semelhante. Quando começam a usar drogas, elas são oferecidas. Posteriormente, pagam por elas. Por algum tempo a mesada ainda suporta. Logo, começam a praticar pequenos furtos: anéis, correntinhas de ouro, brincos, relógios, dinheiro do bolso dos pais, enfim, qualquer objeto de valor e que sejam de fácil comercialização. Peças de roupas e tênis de marca desaparecem sem a menor explicação.
Eles vao usar o mesmo ritual em casas de parentes e de amigo, que não desconfiam deles e nem conseguem explicação para o desaparecimento de seus bens.
Mas isso tudo não é suficiente, muitos partes para o crime. São furtos de aparelhos de som em veículos, artigos de lojas, ataques a pessoas nas ruas e semáforo, alguns, de posse de arma, praticam crimes mais graves como roubos e sequestros. Como Descrito na Biblia Sagrada: "Um abismo chama outro abismo" Livro dos Salmos 42:7
 
Para frear a compulsão e evitar que um dano maior aconteça, como a prisão, é necessário afastar o dependente da sociedade a fim de reabilita-lo, quebrando o ciclo autodestrutivo no qual ele estava inserido;
 
Hoje a busca da internação não parte do usuário, mas sim da família que ao observar a degradação e sua impotência sobre a situação, decide ajudar o ente querido. Internar um parente é um ato de amor. Bem melhor visita-lo em uma clínica de reabilitação do que na cadeia.
 
Entre em contato conosco, somos especializados em internação involuntária, oferecemos reabilitação plena, de princípios, caráter e moral, devolvendo o paciente para a sociedade para que ele seja membro produtivo e siga sua vida sem outros danos.
 
Através de consultas médicas, atendimentos com psicólogos, terapeutas e outros profissionais especializados, revertemos o processo de dependência;

www.anjosdeumaasa.com.br

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Dependência Química e Alcoólica

Existe Tratamento?

Conhecer o perfil do dependente químico que busca auxílio em unidade de recuperação é importante para a elaboração de estratégias de tratamento buscando a integração desses indivíduos à família e a sociedade.
A falta de acolhimento e isolamento imposto pela família e pela sociedade faz com que o dependente químico deixe de procurar atendimento.
O tratamento consiste em parar de usar a droga e se manter em abstinência. O processo pode ser voluntário ou involuntário.
A recuperação envolve reabilitação, reaprendizagem ou restabelecimento da capacidade de manter um estilo de vida positivo. As metas de recuperação prevalecem às mesmas para todos: Aprender ou reaprender a ter estilos de vida positivos em que as drogas não se façam presentes. A recuperação envolve ainda a mudança do modo como os indivíduos percebem a si mesmo no mundo, ou seja, sua identidade.
 
 
Nós podemos te ajudar, acesse:
 

sábado, 2 de janeiro de 2016

Dependência Química: Doença ou falta de caráter ?

A dependência química está classificada entre os transtornos psiquiátricos, sendo considerada uma doença crônica que pode ser tratada e controlada simultaneamente como doença e como problema social, (OMS, 2001).
Por se tratar de uma doença crônica leva a pessoa a uma progressiva mudança de comportamento, gerando adaptação a doença, a fim de proteger o uso da droga. Ainda na concepção de doença, ela é caracterizada como progressiva, incurável, mas tratável, apesar de problemas significativos para o dependente.
É uma doença de evolução própria, que pode levar a insanidade, prisão, morte ou tratamento;
 
 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Para entender: Dependência Química

Para entender o fenômeno da dependência química, o primeiro aspecto a ficar claro é o fato da dependência ser uma doença que causa alterações cerebrais nas pessoas afetadas. A doença se estabelece através do uso repetido de uma substância que aos poucos vai modificando o funcionamento do cérebro, levando o indivíduo ao uso compulsivo e abusivo da substância, muitas vezes priorizando a busca pela droga e deixando em segundo plano uma série de outras atividades que lhe eram importantes. Dessa forma, mesmo que o dependente queira parar com o uso da droga por conta própria, precisará, na maioria das vezes, de ajuda.
 
 
A dependência química traz inúmeras consequências à vida dos dependentes e das pessoas de seu convívio. Essas consequências são tanto efeitos adversos diretos do uso das drogas, como a toxicidade provocada por seu abuso, quanto indiretos, tais como acidentes, suicídio, violência e uso de agulhas não estéreis. A doença pode em muitos casos causar alterações de personalidade, que se mantém durante o período da doença e desaparecem quando o consumo da substância cessa. Essas alterações reaparecem rapidamente caso o indivíduo volte a consumir a substância, podendo inclusive servir como sinalizadores para as pessoas de seu convívio da drogadição.
 
Essas alterações se caracterizam por agressividade, impulsividade, desmazelo, mentir seguidamente, noções alteradas de ética, arrogância e prepotência, apatia e desinteresse pelas atividades cotidianas, instabilidade afetiva e alterações dos padrões de sono e alimentação.
 
Decorrente disso, o dependente perde sua função na sociedade e na família, degradando a vida à sua volta, sendo necessário então um processo de Reabilitação;
 
Para maiores informações sobre o tratamento de dependentes químicos e alcoólicos, acesse nosso site:

www.anjosdeumaasa.com.br

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Existe Vida Após o Vício !

Excelência em Reabilitação;
 
Unidades Masculinas e Femininas;
 
Tratamento para quem precisa mas não aceita (Internação Involuntária);
 
Tratamento para quem aceita que perdeu o controle de sua vida (Internação Voluntária);
 
Período de Quatro ou Seis Meses, de acordo com o perfil do paciente;
 
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Dependência Química

 Sou um dependente químico?
 
Só você pode responder a esta pergunta.
 
Isto pode não ser fácil. Durante todo o tempo em que usamos drogas, quantas vezes dissemos "eu consigo controlar". Mesmo que isto fosse verdade no princípio, não é mais agora. As drogas nos controlavam. Vivíamos para usar e usávamos para viver. Um adicto é simplesmente uma pessoa cuja vida é controlada pelas drogas.
 
Talvez você admita que tenha problema com drogas, mas não se considere um adicto. Todos nós temos idéias preconcebidas sobre o que é um adicto. Não há nada de vergonhoso em ser um adicto, desde que você comece a agir positivamente. Se você pode se identificar com nossos problemas talvez possa se identificar com a nossa solução. As perguntas que se seguem foram escritas por adictos em recuperação . Se você tem alguma dúvida quanto a ser ou não um adicto, dedique alguns momentos à leitura das perguntas abaixo e responda-as o mais honestamente possível.
 
Alguma vez você já usou drogas sozinho?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Alguma vez você substituiu uma droga por outra, pensando que uma em particular era o problema?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Alguma vez você manipulou ou mentiu ao médico para obter drogas que necessitam de receita?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você já roubou drogas ou roubou para conseguir drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você usa regularmente uma droga quando acorda ou quando vai dormir?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você já usou uma droga para rebater os efeitos de outra?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você evita pessoas ou lugares que não aprovam o seu consumo de drogas?
Sim [    ]  Não [    ] 

 
Você já usou uma droga sem saber o que era ou quais eram seus efeitos?
Sim [    ]  Não [    

 
Alguma vez o seu desempenho no trabalho ou na escola foi prejudicado pelo seu consumo de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


 Alguma vez você foi preso em conseqüência do seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Alguma vez mentiu sobre o quê ou quanto você usava?
Sim [    ]  Não [    ]


Você coloca a compra de drogas à frente das suas responsabilidades?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já tentou parar ou controlar seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já esteve na prisão, hospital ou centro de reabilitação devido a seu uso?
Sim [    ]  Não [    ]


O uso de drogas interfere em seu sono ou alimentação?
Sim [    ]  Não [    ]


A idéia de ficar sem drogas o assusta?
Sim [    ]  Não [    ]


Você acha impossível viver sem drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Em algum momento você questionou sua sanidade?
Sim [    ]  Não [    ]


O consumo de drogas está tornando sua vida infeliz em casa?
Sim [    ]  Não [   ] 


Você já pensou que não conseguiria se adequar ou se divertir sem drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já se sentiu na defensiva, culpado ou envergonhado por seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você pensa muito em drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já teve medos irracionais ou indefiníveis?
Sim [    ]  Não [   ] 


O uso de drogas afetou seus relacionamentos sexuais?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já tomou drogas que não eram de sua preferência?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Alguma vez você usou drogas devido a dor emocional ou "stress"?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você já teve uma "overdose"?
Sim [    ]  Não [    ]


Você continua usando, apesar das conseqüências negativas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você pensa que talvez possa ter problema com drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Sou um Dependente Químico? Esta é uma pergunta que só você pode responder.
 
Descobrimos que todos nós respondemos "sim" a um número diferente de perguntas. O número de respostas positivas não é tão importante quanto aquilo que sentíamos e a maneira como a adicção tinha afetado nossas vidas.
 
Algumas destas perguntas nem ao menos mencionam drogas. A adicção é uma doença traiçoeira que afeta todas as áreas de nossas vidas, mesmo aquelas que a princípio não parecem ter muito a ver com drogas. As diferentes drogas que usávamos não eram tão importantes quanto os motivos pelos quais usávamos ou o que elas faziam conosco.     


Nós podemos te ajudar: