terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Processo de Reabilitação de um Usuário de Droga ou Alcoólico

Todas as famílias ficam perdidas, sem saber o que fazer, quando um membro de sua família perde totalmente o controle da sua vida devido ao uso de substâncias alteradoras de humor;
 
 
 
O mais importante que se tem a fazer é consultar um especialista, detalhando a situação pela qual esta passando, afim de receber orientações cabíveis;
 
Dentro desta orientações está uma gama bem grande de atitudes que devem ser tomadas tanto pela família quanto pelo próprio dependente, ouvir pessoas "curiosas" e "achismos" de pessoas próximas só piora a situação, pois a doença da dependência e a codependência enfrentada pelas famílias carece de orientação profissional, especializada, com o conhecimento de causa;
 
Para tanto, nós do Anjos de Uma Asa, dispomos de Terapeutas e Psicoterapeutas especializados no processo de dependência e reabilitação para auxiliar todas as famílias, tirando as dúvidas mais básicas até orientação na resolução de processos mais delicados; Este serviços são gratuitos e disponibilizados para o púbico em geral, para que possamos contribuir com o bom funcionamento da sociedade e reestruturação de famílias que são perdidas por falta de conhecimento.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Alcoolismo

A pessoa que consome bebidas alcoólicas de forma excessiva, ao longo do tempo, pode desenvolver dependência do álcool, condição esta conhecida como "alcoolismo".
 
Os fatores que podem levar ao alcoolismo são variados, podendo ser de origem biológica, psicológica, sociocultural ou ainda ter a contribuição resultante de todos estes fatores. A dependência do álcool é uma condição freqüente, atingindo cerca de 5 a 10% da população adulta brasileira.
 
A transição do beber moderado ao beber problemático ocorre de forma lenta, tendo uma interface que, em geral, leva vários anos. Alguns dos sinais do beber problemático são: desenvolvimento da tolerância, ou seja, a necessidade de beber cada vez maiores quantidades de álcool para obter os mesmos efeitos; o aumento da importância do álcool na vida da pessoa; a percepção do "grande desejo" de beber e da falta de controle em relação a quando parar; síndrome de abstinência (aparecimento de sintomas desagradáveis após ter ficado algumas horas sem beber) e o aumento da ingestão de álcool para aliviar a síndrome de abstinência.
 
 
A síndrome de abstinência do álcool é um quadro que aparece pela redução ou parada brusca da ingestão de bebidas alcoólicas após um período de consumo crônico. A síndrome tem início 6-8 horas após a parada da ingestão de álcool, sendo caracterizada pelo tremor das mãos, acompanhado de distúrbios gastrointestinais, distúrbios de sono e um estado de inquietação geral (abstinência leve). Cerca de 5% dos que entram em abstinência leve evoluem para a síndrome de abstinência severa ou delirium tremens que, além da acentuação dos sinais e sintomas acima referidos, caracteriza-se por tremores generalizados, agitação intensa e desorientação no tempo e espaço.
 
Efeitos no resto do corpo
 
Os indivíduos dependentes do álcool podem desenvolver várias doenças. As mais freqüentes são as doenças do fígado (esteatose hepática, hepatite alcoólica e cirrose). Também são freqüentes problemas do aparelho digestivo (gastrite, síndrome de má absorção e pancreatite), no sistema cardiovascular (hipertensão e problemas no coração). Também são freqüentes os casos de polineurite alcoólica, caracterizada por dor, formigamento e câimbras nos membros inferiores.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Seis consequências do excesso de álcool

1) Cérebro

O excesso de álcool provoca diversos efeitos na região cerebral, como alterações nas áreas responsáveis pela memória, déficit cognitivo, neurodegeneração de algumas partes do cérebro, como o córtex pré-frontal, perda de função e/ou estrutura dos neurônios e inibição de processos de neurogênese (criação e desenvolvimento de novos neurônios).

2) Câncer

Aumentam os riscos de câncer nas regiões que entram em contato com as bebidas alcoólicas, como boca, laringe, faringe e esôfago.
 

3) Sistema digestório

O estômago pode sofrer erosões devido o álcool e, com isso, desenvolver gastrites. Mas é o fígado um dos órgãos mais afetados pelas bebidas alcoólicas, podendo acarretar inflamações, hemorragias, hepatite alcoólica e cirrose.

4) Síndrome de Korskoff

Trata-se de uma doença relacionada à carência de vitamina B1 (tiamina). Embora possa ter outras causas, o álcool é o motivo mais comum, pois a droga dificulta a absorção da tiamina pelo organismo. Alguns sintomas comuns são a paralisia de alguns músculos (dificultando o andar, por exemplo), problemas oftalmológicos e distúrbios de consciência ou estado mental.

5) Diabetes

O uso de álcool em excesso e de forma contínua pode provocar inflamação no pâncreas – órgão responsável pela produção da insulina. Essa inflamação, chamada de pancreatite, destrói o tecido pancreático e, desta forma, também as células que produzem insulina, levando ao Diabetes.

 

6) Mortes e Violência

Dados da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (ABEAD), por ano, 32 mil pessoas morrem em decorrência da bebida alcoólica, sendo 11 mil por cirrose. O álcool também está por trás de 60% das mortes no trânsito e 72% dos homicídios. Além do álcool contribuir para casos de afogamentos, quedas, suicídios, entre outros.
 
Com dados de: Ciência e Saúde, Ler Saúde, EM Digital

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O que é Dependência Química e Alcóolica?

Para entender o fenômeno da dependência química, o primeiro aspecto a ficar claro é o fato da dependência ser uma doença que causa diversas alterações cerebrais nas pessoas e afeta física, espiritual e mentalmente.

 A doença se estabelece através do uso repetido de uma substância que aos poucos vai modificando o funcionamento do cérebro, levando o indivíduo ao uso compulsivo e abusivo da substância, muitas vezes priorizando a busca pela droga e deixando em segundo plano uma série de outras atividades que lhe eram importantes.

Dessa forma, mesmo que o dependente queira parar com o uso da droga por conta própria, precisará, na maioria das vezes, de ajuda.

 A dependência química traz inúmeras consequências à vida dos dependentes e das pessoas de seu convívio. Essas consequências são tanto efeitos adversos diretos do uso das drogas, como a toxicidade provocada por seu abuso, quanto indiretos, tais como acidentes, suicídio, violência e uso de agulhas não estéreis.
A doença pode em muitos casos causar alterações de personalidade, que se mantém durante o período da doença e desaparecem quando o consumo da substância cessa. Essas alterações reaparecem rapidamente caso o indivíduo volte a consumir a substância, podendo inclusive servir como sinalizadores para as pessoas de seu convívio da drogadição.
Essas alterações se caracterizam por agressividade, impulsividade, desmazelo, mentir seguidamente, noções alteradas de ética, arrogância e prepotência, apatia e desinteresse pelas atividades cotidianas, instabilidade afetiva e alterações dos padrões de sono e alimentação.
Decorrente disso, o dependente perde sua função na sociedade e na família, degradando a vida à sua volta, sendo necessário então um processo de Reabilitação;

 


     



     

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Internação de Dependentes de Álcool e Drogas

Internação não é punição;
Internação não é prisão;
Internação para muitos é a ultima opção, quando deveria ser a primeira, em se tratar de uma doença crônica, progressiva e fatal;
 
A internação de dependentes químicos e alcoólicos se faz necessária quando é notório o envolvimento da pessoa com substancias psicoativas, a compulsão e a tolerância em seu organismo ficam maiores, trazendo riscos a saúde, comportamentos distorcidos da realidade e consequências desagradáveis não só para o usuário como para a família como um todo.
 
Através de mais de quatorze anos de pesquisas, estudos e testes de modelos terapêuticos, dispomos hoje de um programa de reabilitação que se adequa as necessidades dos pacientes, através de atendimentos com profissionais especializados como médicos psiquiatras, clínicos, psicólogos, psicoterapeutas e terapeutas, desenvolvemos com o paciente um novo caminho, onde lhe é ensinado sobre sua doença e implantadas ferramentas para que este saia do ciclo destrutivo de maneira eficaz e precisa;
 
Dispomos de programas para três, quatro ou seis meses de internação, dependendo do perfil do paciente e analise de nossa equipe terapêutica.