quinta-feira, 31 de março de 2016

Reabilitação de Dependentes Químicos - Fases da Codependência

Diante do processo de reabilitação de dependentes químicos é importante que os familiares participem do processo de reabilitação da codependência, mediante esta necessidade iremos descrever sobre o processo da doença pelo ponto de vista familiar;
 
 
As fases da Codependência
 
Independente do motivo que te trouxe até aqui, sentir-se vítima nesse momento não é condição absoluta, porém é uma fase do transtorno; A primeira é a negação
 
A negação
 
É a fase que todo familiar passa até conseguir admitir que seu ente querido faz uso abusivo de drogas ou bebidas; Segundo nossos estudos, essa fase pode levar de três à cinco anos aproximadamente, após a fase da experimentação; Esse tempo todo em que demorou para descobrir, na verdade é o tempo que demorou para aceitar, porque sempre houve indícios, mas a negação é utilizada como mecanismo de defesa para que o familiar não sinta a dor de ter um membro de sua família dependente químico ou alcóolatra.                                       
Porém a dor deve servir como trampolim para que você dê o próximo passo e não como peso que te prenda à situação.
Aceitar e entender a dependência química e alcóolica já é difícil, imaginem então após aceitar, saber que é necessário fazer algo por si, mudar comportamentos, rever conceitos, ouvir mais, buscar conhecimento e ajuda;
 
Pois é, por isso que a maioria das famílias vão da aceitação ao controle.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Reabilitação de Dependente Químico e Alcoólico

Na Reabilitação de Dependente Químico e Alcoólico, os familiares são de vital importância para os bons resultados durante a recuperação

Identificação

É muito bom poder lhe ofertar o que tem de mais valioso na vida: a conquista de seus objetivos!
Para que haja a identificação, e a certeza de que esse material será de grande valia para a sua trajetória, vamos enumerar alguns acontecimentos comuns entre os codependentes, caso você se encaixe em ao menos quatro dos itens listados abaixo, você está no caminho certo:
Em relação à você e ao dependente com o qual você se relaciona, assinale a alternativa a qual você se vê:
  • sentir culpa quando a outra pessoa tem um problema, tentando achar solução para a questão do outro;
  • ter raiva quando sua ajuda ou modo de ajudar não é eficiente
  • culpar terceiros pela situação "são as más companhias";
  • achar que a outra pessoa irá leva-la a loucura;
  • comprometer-se demais com problemas alheios;
  • trocar suas vontades e compromissos pela vontade e compromissos dos outros;
  • tentar minimizar o dano causado: "Ele não é tão ruim assim";
  • sentir extrema ansiedade;
  • sentir pena;
  • sentir culpa;


O que tenho a lhe dizer é: Seja Bem Vinda (o)!
  • Você não está sozinha (o)!
    Hoje mais de 28 milhões de brasileiros, de acordo com um levantamento realizado pela Unifesp, tem ao menos um dependente químico na família: Estima-se que para cada dependente, quatro pessoas ao entorno dele desenvolve a codependencia.
                                              

terça-feira, 29 de março de 2016

quinta-feira, 17 de março de 2016

Crise acelera a chegada de usuários de Drogas ao Fundo do Poço

O que vemos nessa época de crise e instabilidade financeira é que até na hora de direcionar um valor ao tratamento de um familiar as pessoas estão tentando postergar ao máximo;

O perigo dessa decisão é exatamente o que esta se deixando de lado; A dependência química e alcoólica é uma doença crônica, progressiva e fatal, caso não seja interrompido o ciclo destrutivo a pessoa causará mais danos ao que estão em torno e para si.

Alguns estágios da doença podem levar os dependente a cometer crimes em busca de itens de valor para trocar por drogas, agressões físicas e psicológicas são extremamente comuns.

A doença uma vez instalada, com o tempo só progride, para que ela estacione é necessário o afastamento da sociedade através da internação.