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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Seis consequências do excesso de álcool

1) Cérebro

O excesso de álcool provoca diversos efeitos na região cerebral, como alterações nas áreas responsáveis pela memória, déficit cognitivo, neurodegeneração de algumas partes do cérebro, como o córtex pré-frontal, perda de função e/ou estrutura dos neurônios e inibição de processos de neurogênese (criação e desenvolvimento de novos neurônios).

2) Câncer

Aumentam os riscos de câncer nas regiões que entram em contato com as bebidas alcoólicas, como boca, laringe, faringe e esôfago.
 

3) Sistema digestório

O estômago pode sofrer erosões devido o álcool e, com isso, desenvolver gastrites. Mas é o fígado um dos órgãos mais afetados pelas bebidas alcoólicas, podendo acarretar inflamações, hemorragias, hepatite alcoólica e cirrose.

4) Síndrome de Korskoff

Trata-se de uma doença relacionada à carência de vitamina B1 (tiamina). Embora possa ter outras causas, o álcool é o motivo mais comum, pois a droga dificulta a absorção da tiamina pelo organismo. Alguns sintomas comuns são a paralisia de alguns músculos (dificultando o andar, por exemplo), problemas oftalmológicos e distúrbios de consciência ou estado mental.

5) Diabetes

O uso de álcool em excesso e de forma contínua pode provocar inflamação no pâncreas – órgão responsável pela produção da insulina. Essa inflamação, chamada de pancreatite, destrói o tecido pancreático e, desta forma, também as células que produzem insulina, levando ao Diabetes.

 

6) Mortes e Violência

Dados da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (ABEAD), por ano, 32 mil pessoas morrem em decorrência da bebida alcoólica, sendo 11 mil por cirrose. O álcool também está por trás de 60% das mortes no trânsito e 72% dos homicídios. Além do álcool contribuir para casos de afogamentos, quedas, suicídios, entre outros.
 
Com dados de: Ciência e Saúde, Ler Saúde, EM Digital

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

"Mas ele(a) só fuma Maconha!" Apesar de ser uma substância psicoativa as pessoas ainda conseideram a maconha um droga do "bem"

Maconha e THC
Maconha — Sinônimos: HASHISH; BANGH; GANJA; DIAMBA; MARIJUANA; MARIHUANA

THC (TETRAHIDROCANABINOL)
Um pouco de história

A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis sativa. Em outros países ela recebe diferentes nomes como os mencionados no título deste folheto. Ela já era conhecida há pelo menos 5.000 anos, sendo utilizada quer para fins medicinais quer para "produzir risos". Talvez a primeira menção da maconha na nossa língua tenha sido um escrito de 1548 onde está dito no português daquela época: "e já ouvi a muitas mulheres que, quando iam ver algum homem, para estar choquareiras e graciosas a tomavam". Até o início do presente século, a maconha era considerada em vários países, inclusive no Brasil, como um medicamento útil para vários males. Mas também era já utilizada para fins não médicos por pessoas desejosas de sentir "coisas diferentes", ou mesmo utilizavam-na abusivamente. Conseqüência deste abuso, e de certo exagero sobre os seus efeitos maléficos, a planta foi proibida em praticamente todo mundo ocidental, nos últimos 50-60 anos. Mas atualmente, graças as pesquisas recentes, a maconha (ou substâncias dela extraídas) é reconhecida como medicamento em pelo menos duas condições clínicas: reduz ou abole as náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia (doença que se caracteriza por convulsões ou "ataques"). Entretanto, é bom lembrar que a maconha (ou as substâncias extraídas da planta) têm também efeitos indesejáveis que podem prejudicar uma pessoa.
O THC (tetrahidrocanabinol) é uma substância química fabricada pela própria maconha, sendo o principal responsável pelos efeitos da planta. Assim, dependendo da quantidade de THC presente (o que pode variar de acordo com o solo, clima, estação do ano, época de colheita, tempo decorrido entre a colheita e o uso) a maconha pode ter potência diferente, isto é, produzir mais ou menos efeitos. Esta variação nos efeitos depende também da própria pessoa que fuma a planta: todos nós sabemos que há grande variação entre as pessoas; de fato, ninguém é igual a ninguém! Assim, a dose de maconha que é insuficiente para um pode produzir efeito nítido em outro e até uma forte intoxicação num terceiro.

Efeitos da maconha
Para bom entendimento é melhor dividir os efeitos que a maconha produz sobre o homem em físicos (ação sobre o próprio corpo ou partes dele) e psíquicos (ação sobre a mente). Esses efeitos físicos e psíquicos sofrerão mudanças de acordo com o tempo de uso que se considera, ou seja, os efeitos são agudos (isto é, quando decorre apenas algumas horas após fumar) e crônicas (conseqüências que aparecem após o uso continuado por semanas, ou meses ou mesmo anos).
Os efeitos físicos agudos são muito poucos: os olhos ficam meio avermelhados (o que em linguagem médica chama-se hiperemia das conjuntivas), a boca fica seca (e lá vai outra palavrinha médica antipática: xerostomia — é o nome difícil que o médico dá para boca seca) e o coração dispara, de 60-80 batimentos por minuto pode chegar a 120-140 ou até mesmo mais (é o que o médico chama de taquicardia).
Os efeitos psíquicos agudos dependerão da qualidade da maconha fumada e da sensibilidade de quem fuma. Para uma parte das pessoas os efeitos são uma sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, sentir-se menos fatigado, vontade de rir (hilariedade). Para outras pessoas os efeitos são mais para o lado desagradável: sentem angústia, ficam aturdidas, temerosas de perder o controle da cabeça, trêmulas, suando. É o que comumente chamam de "má viagem" ou "bode".
Há ainda evidente perturbação na capacidade da pessoa em calcular tempo e espaço e um prejuízo na memória e atenção. Assim sob a ação da maconha a pessoa erra grosseiramente na discriminação do tempo tendo a sensação que se passaram horas quando na realidade foram alguns minutos; um túnel com 10 metros de comprimento pode parecer ter 50 ou 100 metros.
Quanto aos efeitos na memória eles se manifestam principalmente na chamada memória a curto prazo, ou seja, aquela que nos é importante por alguns instantes. Dois exemplos verídicos auxiliam a entender este efeito: uma telefonista de PABX em um hotel (que ouvia um dado número pelo fone e no instante seguinte fazia a ligação) quando sob ação da maconha não era mais capaz de lembrar-se do número que acabara de ouvir. O outro caso, um bancário que lia numa lista o número de um documento que tinha que retirar de um arquivo; quando sob ação da maconha há havia esquecido do número quando chegava em frente ao arquivo.
Pessoas sob esses efeitos não conseguem, ou melhor, não deveriam executar tarefas que dependem da atenção, bom senso e discernimento, pois correm o risco de prejudicar outros e/ou a si próprio. Como exemplo disso: dirigir carro, operar máquinas potencialmente perigosas.
Aumentando-se a dose e/ou dependendo da sensibilidade, os efeitos psíquicos agudos podem chegar até a alterações mais evidentes, com predominância de delírios e alucinações. Delírio é uma manifestação mental pela qual a pessoa faz um juízo errado do que vê ou ouve; por exemplo, sob ação da maconha uma pessoa ouve a sirene de uma ambulância e julga que é a polícia que vem prendê-la; ou vê duas pessoas conversando e pensa que ambas estão falando mal ou mesmo tramando um atentado contra ela. Em ambos os casos, esta mania de perseguição (delírios persecutórios) pode levar ao pânico e, conseqüentemente, a atitudes perigosas ("fugir pela janela", agredir as pessoas conversando em "defesa" antecipada contra a agressão que julga estar sendo tramada). Já a alucinação é uma percepção sem objeto, isto é, a pessoa pode ouvir a sirene da polícia ou vê duas pessoas conversando quando não existe quer a sirene quer as pessoas. As alucinações podem também ter fundo agradável ou terrificante.
Os efeitos físicos crônicos da maconha já são de maior monta. De fato, com o continuar do uso, vários órgãos do nosso corpo são afetados. Os pulmões são um exemplo disso. Não é difícil imaginar como irão ficar estes órgãos quando passam a receber cronicamente uma fumação que é muito irritante, dado ser proveniente de um vegetal que nem chega a ser tratado como é o tabaco comum. Esta irritação constante leva a problemas respiratórios (bronquites), aliás como ocorre também com o cigarro comum. Mas o pior é que a fumação de maconha contém alto teor de alcatrão (maior mesmo que na do cigarro comum) e nele existe uma substância chamada benzopireno, conhecido agente cancerígeno; ainda não está provado cientificamente que a pessoa que fuma maconha cronicamente está sujeita a contrair câncer dos pulmões com maior facilidade, mas os indícios em animais de laboratório de que assim pode ser são cada vez mais fortes.
Outro efeito físico adverso (indesejável) do uso crônico da maconha refere-se à testosterona. Esta é o hormônio masculino; como tal confere ao homem maior quantidade de músculos, a voz mais grossa, a barba, também é responsável pela fabricação de espermatozóides pelos testículos. Já existem muitas provas que a maconha diminui em até 50-60% a quantidade de testosterona. Conseqüentemente o homem apresenta um número bem reduzido de espermatozóides no líquido espermático (medicamente esta diminuição chama-se oligospermia) o que leva a uma infertilidade. Ou seja, o homem terá mais dificuldade de gerar filhos. Este é um efeito que desaparece quando a pessoa deixa de fumar a planta. É também importante dizer que o homem não fica impotente ou perde o desejo sexual; ele fica somente com uma esterilidade, isto é, fica incapacitado de engravidar sua companheira.
Há ainda a considerar os efeitos psíquicos crônicos produzidos pela maconha. Sabe-se que o uso continuado da maconha interfere com a capacidade de aprendizagem e memorização e pode induzir um estado de amotivação, isto é, não sentir vontade de fazer mais nada, pois tudo fica sem graça e importância. Este efeito crônico da maconha é chamado de síndrome amotivacional. Além disso, a maconha pode levar algumas pessoas a um estado de dependência, isto é, elas passam a organizar sua vida de maneira a facilitar o uso de maconha, sendo que tudo o mais perde o seu real valor.
Finalmente, há provas científicas de que se a pessoa tem uma doença psíquica qualquer, mas que ainda não está evidente (a pessoa consegue "se controlar") ou a doença já apareceu, mas está controlada com medicamentos adequados, a maconha piora o quadro. Ou faz surgir a doença, isto é, a pessoa não consegue mais "se controlar" ou neutraliza o efeito do medicamento passando a apresentar de novo os sintomas da doença. Este fato tem sido descrito com freqüência na doença mental chamada esquizofrenia.
Em um levantamento feito entre os estudantes do 1º e 2º graus das 10 maiores cidades do país, em 1997, 7,6% declararam que já haviam experimentado a maconha e 1,7% declararam fazer uso de pelo menos 6 vezes por mês.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Uma doença incurável pede reabilitação permanente!

A Dependência, seja ela química ou alcoólica, é considerada uma doença, crônica, progressiva e fatal, no entanto pode ser freada; Para que a pessoa permaneça longe do vicio que a destrói é necessária a manutenção do propósito e a busca constante de uma vida saudável.
A grande maioria dos dependentes são submetidos a um tratamento através de internação em algum período critico da sua decadência nas drogas/álcool,  após esse período a maioria pensa saber o suficiente para lidar com a situação e esquece de vigiar em relação às suas fraqueza, problemas de caráter e dificuldades psicológicas, caindo novamente no ciclo vicioso.
Os familiares por sua vez não conhecem sobre a doença e muito menos sobre a Reabilitação, durante o período em que seu ente querido esta a internado, fica tão ocupado cuidando do que antes não conseguia por conta da codependencia que não busca grupos de auto ajuda, terapias, nem ao menos ler sobre; Isto pode ser fatal, pois todos os envolvidos devem se preparar para lidar com novas situações e saber agir sobre elas, no caso da família os grupos de auto ajuda auxiliam também a viver a vida de uma maneira plena, trabalhando a codependencia e todo o sofrimento envolvido na situação;

Portanto caso você seja dependente ou familiar, existem alguns grupos dos quais você precisa participar e indicar ao maior numero de pessoas do ciclo do doente:

Abaixo a listagem dos sites, encontre uma reunião próxima a você:

www.naranon.org.br - Familiares de Narcóticos Anônimos
www.al-anon.org.br- Familiares de Alcoólicos Anônimos


Para o dependente:
www.na.org.br - Narcóticos Anônimos
www.aa.org.br - Alcoólicos Anônimos


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Liberdade das drogas, familiares tem sua contribuição!

" Não se acostume com aquilo que não te faz bem, que não te acrescenta e não te faz feliz. Ame se tiver que amar, perdoe se sentir necessidade de perdoar, aceite o que puder aceitar, avance o que achar que dá para caminhar. Não passe pela vida ruminando amarguras. Amanheça em si mesmo e desperte os seus anseios. Adore o simples, o leal e valorize aquilo que lhe for verdadeiro, esquecendo o supérfluo. Porque um belo dia, os nossos sentidos irão despertar e nos mostrarão claramente pelo que de fato vale a pena lutar e chorar. Nesta vida nada é em vão, tudo faz parte de um grande aprendizado. O que foi essencial ontem, hoje já não é mais... são só cinzas povoando um coração decepcionado. Mas a vida segue. Então, limpamos as lágrimas, sacudimos a poeira e damos a volta por cima. Clarisse Lispector disse tudo: Ainda bem que existem outros dias, outras pessoas, outros amores, e eu digo: ainda bem que existem outras formas de amor e sobrevivência menos doentio..."
 
Darléa zacharias

domingo, 3 de janeiro de 2016

Lançamento do App Anjos de Uma Asa em 04/01/2016


A Equipe Anjos de Uma Asa está sempre inovando para que a reabilitação seja levada a todos que necessitam; 

Nosso App inclui orientações diversas, acesso aos nossos vídeos, canais de comunicação e redes sociais, um conteúdo de primeira necessidade para aqueles que desejam se recuperar do uso de drogas/álcool e seus familiares.

Totalmente Gratuito. 

Amanhã será publicado o QRCode para acesso ao aplicativo!

Fiquem atentos, compartilhem e indiquem o APP, pode salvar a vida de quem você ama!
 
Foto de Anjos De Uma Asa".

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Problemas com Drogas e Alcóol?

Que tal parar hoje de beber?
Sim, Hoje!
Quer data mais bela para o marco de um recomeço? O Natal e sua Véspera!!

Sua luta é a nossa luta!

Diga não às Drogas!

É bem louco ser careta ;)


Nós estamos de plantão e podemos te ajudar:

www.anjosdeumaasa.com.br

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Saia Dessa! ;)

O  Final?
Loucura, Prisão, Instituição ou Morte!

 
Reabilitação é o caminho mais fácil, menos doloroso, mais eficaz e o único que pode devolver a sanidade e alegria de viver!

Precisa de Ajuda? Acesse nosso site:
www.anjosdeumaasa.com.br


 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Dependência Química - De quem é a culpa?

Quando a família se depara com um membro que é dependente químico ou alcóolico, é comum em primeiro lugar fechar os olhos para tudo o que acontece, posteriormente procurar um culpado para a situação é o foco de todos.
 
 
 
 
Porem, vale ressaltar que a dependência química é uma doença (OMS) e que pode ter caráter hereditário, portanto a diferença entre quem usa de vez em quando e não se vicia e o dependente que em seu primeiro uso já tem traços de compulsão, o que futuramente descontrola e atinge todos os níveis da vida da pessoa e de quem esta em torno.
No Modelo Cognitivo de Aaron Beck é considerado o uso de substancias uma estratégia compensatória que tem a função de eliminar e neutralizar crenças disfuncionais básicas e centrais a respeito de si, do outro, do mundo e das relações entre eles.
Aos Pais resta o papel de Responsabilidade sobre o dependente e jamais a culpa, pois independente do que tenham feito para educar seus filhos, temos a certeza que foi feito o seu melhor; Mas não há como fugir da responsabilidade de fazer algo pelo dependente para que o dano seja revertido e a reabilitação alcançada.
 
Não se esqueçam: Você é Responsável pela vida de seu filho!
 
Precisa de Ajuda?
Entre em contato conosco:
 
 
 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

sábado, 12 de dezembro de 2015

COMO AJUDAR UM DEPENDENTE QUÍMICO/ALCÓOLICO

       
Como lidar com meu filho dependente de drogas?
Não sei o que fazer? Como orientá-lo a se tratar?
A Equipe Anjos de Uma Asa, fornece algumas orientações para que a família ajude uma pessoa que desenvolveu dependência de drogas mas não quer procurar tratamento.
1. Interrompa as "operações resgate"- Frequentemente, membros da família tentam proteger o dependente das consequências de seu problema, inventando desculpas ou tirando-o de confusões resultantes de seu consumo de drogas. O aconselhável é interromper essas "operações resgate" e dar-lhe oportunidade para vivenciar integralmente as consequências danosas de seu comportamento, aumentando significativamente sua lista de motivos para mudar de comportamento.
2. Escolha o momento apropriado para conversar - organize-se para falar com a pessoa pouco depois da ocorrência de algum problema. Por exemplo, após uma briga familiar séria na qual o uso de álcool ou drogas tenha tido um papel importante, ou logo após um acidente ocorrido sob o efeito de drogas. O momento certo é aquele no qual o efeito da substância já tenha passado, em que ambos estejam calmos e em que seja possível obter um certo grau de privacidade.
3. Seja específico - Diga claramente para a pessoa que está preocupado com seu consumo de drogas e que quer ajudá-la a procurar atendimento especializado. Fundamente sua preocupação com exemplos de situações nas quais o uso da substância tenha causado problemas ao próprio usuário, a você ou a terceiros, incluindo o incidente mais recente.
4. Deixe claras as consequências de recusar-se a procurar ajuda - Explique para o dependente que até que ele (ou ela) aceite ajuda especializada você irá tomar algumas atitudes na sua vida, não para puni-lo, mas para se proteger. Essas medidas podem variar de não acompanhá-lo a eventos onde o consumo de substâncias sempre acontece, até mudar de casa para não se envolver em situações problemáticas. Mas cuidado: não faça ameaças que não possa cumprir, mencione apenas o que você realmente tem condições de por em prática.
5. Esteja pronto para ajudar - reúna antecipadamente informações sobre possíveis locais de tratamento ou ajuda. Se a pessoa aceitar procurar alguém, telefone imediatamente para marcar um horário e ofereça-se para acompanhá-lo na primeira visita.
Vale lembrar que se ele recusa se tratar, sua família poderá dar o primeiro passo, buscando ajuda especializada. Desta forma, os familiares se tornam, antes de tudo, um exemplo para o dependente e, o mais importante, demonstram e assumem que estão dispostos a participar ativamente deste processo e que todos estão implicados. Ou seja, o problema não é só do dependente, é de todos!
O melhor a fazer é procurar tratamento e orientações com profissionais de saúde especializados no assunto de dependência química, como um psicólogo ou um terapeuta.

Juntos Somos Mais Fortes !

Inscreva-se no nosso canal do YouTube e tenha acesso à série de vídeos de Reabilitação e Codependencia.

https://www.youtube.com/channel/UCMZV6aDNJQIphhEbnbFu2Vw?view_as=public 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Codependênica - Identificação - Pré Contemplação

Identificação
 
É muito bom poder lhe ofertar o que tem de mais valioso na vida: a conquista de seus objetivos!
 
Para que haja a identificação, e a certeza de que esse material será de grande valia para a sua trajetória, vamos enumerar alguns acontecimentos comuns entre os codependentes, caso você se encaixe em ao menos quatro dos itens listados abaixo, você está no caminho certo:
 
Em relação à você e ao dependente com o qual você se relaciona, assinale a alternativa a qual você se vê:
  • sentir culpa quando a outra pessoa tem um problema, tentando achar solução para a questão do outro;
  • ter raiva quando sua ajuda ou modo de ajudar não é eficiente
  • culpar terceiros pela situação "são as más companhias";
  • achar que a outra pessoa irá leva-la à loucura;
  • comprometer-se demasiadamente;
  • trocar suas vontades e prioridades pela vontade e prioridade dos outros;
  • tentar minimizar o dano "Ele não é tão ruim assim";
  • sentir-se vítima;
  • sentir ansiedade descontrolada;
Caso você tenha se identificado, seja bem vindo (a)!

Você não esta sozinho!

Acesse o link abaixo e Inscreva-se no nosso canal no YouTube para ter acesso aos vídeos de reabilitação e codependencia!

Não perca tempo, você irá obter a melhor conquista da sua vida: a liberdade!

Inscreva-se
https://www.youtube.com/channel/UCMZV6aDNJQIphhEbnbFu2Vw?view_as=public

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Uso Frequente, Perigo Iminente!

Nessa jornada de mais de dez anos envolvidos no processo de reabilitação de usuários de drogas e álcool, é notório a dificuldade do individuo em aceitar que perdeu o controle, que as drogas o levaram ao fundo do poço; Existem inúmeros fatores pelos quais o usuário insiste no abuso de substancias psicoativas e não se incomoda com a sua degradação, porém um dos fatores em destaque é o dano causado ao cérebro, que em determinado estágio pode ser irreversível:
 
Durante o uso, os circuitos de ligação que ativam o prazer ficam conectados por muito tempo, fazendo com que a pessoa não sinta prazer em momentos comuns como qualquer outro ser humano, pois seu cérebro se adaptou ao prazer atingido através da química e dificilmente consegue ser ativado de outra maneira;
 
Outros danos mais graves podem ser acarretados com o uso frequente das substancias químicas, é comum encontrar dependentes abstinentes com dificuldades de raciocínio, falta de concentração e coordenação, irritabilidade, depressão, entre outros;
 
O processo de reabilitação se torna mias difícil quando o uso é prolongado, estudos apontam que o cérebro demora em média dez anos, após o individuo parar de usar drogas, para se recompor dos danos, sendo que alguns são irreversíveis mesmo com longos períodos de abstinência.
 
 
 
Todos nós temos o poder da escolha,
O livre arbítrio
Seja consciente,
Escolha uma vida de sobriedade,
Não deixe para amanhã,
Comece hoje,
Amanhã poderá ser tarde!
Pare agora!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Reportagem Rede Record com Anjos de Uma Asa

A equipe Anjos de Uma Asa participou do resgate de uma usuária de crack que por causa do vício morava em um cemitério em Carapicuíba SP - apesar de ter ganho o tratamento completo de reabilitação cedido por uma de nossas unidades, a usuária não conseguiu superar as crises de abstinência e por se tratar de uma internação de caráter voluntário, a mesma optou por voltar ao uso, abandonando a clínica.
 
Vejam até onde o vício pode levar, a degradação total do ser humano, que mesmo com uma oportunidade de se reabilitar o vicio falou mais alto;
 
Muitas pessoas optam pela droga, abandonam família, filhos, esposo e casa; Abandonam tudo em nome de um prazer ilusório.

Assistam a série de reportagem no link abaixo:
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Ajude quem você Ama!

Quando se trata de dependência química e alcoólica, uma das principais características do usuário é o descontrole. O descontrole total, em todos os aspectos tanto emocional quanto em relação à quantidade usada e situações nas quais a pessoa se envolve.
Para tanto a esperança da mão que será lançada para ajudar vem das pessoas mais próximas, aquelas que presenciam atitudes irresponsáveis, desordenadas, sem pudor ou moral. Essas mão geralmente são de mães, irmãs, esposas, pais, avós, etc. pessoas essas escolhidas por Deus para lançar a mão de ajuda em meio a escuridão, atitude que exige da pessoa o mínimo de discernimento e sabedoria para aceitar ao alvo.
 
Quando vamos analisar o perfil das pessoas que procuram os serviços de auxilio ao tratamento de dependentes químicos e alcoólicos disponíveis, tanto publico como particular, podemos notar que a procura é totalmente aleatória e perdida, parece que já não acreditam em mais nada e querem uma saída somente para se livrar momentaneamente do transtorno; Esse é o fator que faz com que chances sejam desperdiçadas e pessoas estejam fadadas ao fracasso quando se diz respeito a reabilitação de algum vício.
 
Portanto você que pode disponibilizar ajuda, faça-o quanto antes, porém busque conhecimento, instituições e profissionais que possam lhe respaldar;
 
Dicas úteis:
 
Mesmo com toda a vontade do mundo de ficar "limpo" um dependente pode recair pelo simples fato de não conseguir conviver bem com pessoas que estão a sua volta, não ter habilidade de lidar com o momento delicado e vice e versa.
Os relacionamentos são pontos cruciais para a manutenção da abstinência; Com isso não temos a intenção de botar a culpa e muito menos a responsabilidades dessa jornada nos familiares, somente deixar claro que situações difíceis podem ser mais facilmente resolvidas quando se tem o envolvimento, comprometimento e busca de todos - dependentes e co-dependentes - necessitam ser tratados e libertos juntamente.
 
links importantes:
Grupo de Familiares:

sábado, 7 de novembro de 2015

Enfrentando os Dilemas !

A dependência química / alcóolica das pessoas que convivem conosco desestabiliza toda a energia e os esforços que concentramos para nos desenvolvermos.
 
A estagnação ou retroação é uma característica bem comum dessa doença, desde sua fase ativa até mesmo na reabilitação.
As dificuldades que todos tem em suas vidas são estimuladas pela compulsão, oscilação de humor, descontentamento e um enorme vazio que precisa ser preenchido, alguns  dependentes preenchem com drogas, outros já sem o uso das substancias preenchem com exagero nas alimentações, relações amorosas doentias, fugas regionais, pessoais, situacionais.

Porém é notório a grande dificuldade das pessoas mais próximas em notar que essa pessoa é portadora de uma doença reconhecida pelo OMS (Organização Mundial de Saúde) que é progressiva e fatal caso não seja estagnada.
O portador dessa doença não é como qualquer outra pessoa, todas as suas qualidades e defeitos são exacerbados, causando imensa inabilidade com a vida em um contexto geral.

A reabilitação é um processo de reeducação, onde é necessário muito esforço e boa vontade para romper hábitos e costumes doentios que causam autodestruição.

O dependente é expert em auto sabotagem, programar mentalmente sua destruição e caminhar até ela lentamente, mas sem se esquecer de ter 'bons motivos" para isso. Sempre que há uma recaída é possível que o dependente tenha uma lista pronta dos motivos pelos quais ele foi usar drogas, incluindo bem explicitamente a culpa das pessoas mais próximas.
 
O que resta aos codependentes é uma busca intensa de conhecimento, sempre colocando a frente o amor próprio, querer o bem do dependente químico não é o suficiente para muda-lo, afinal ninguém tem o poder de mudar o outro, o que podemos e devemos é mudarmos a nós mesmos, aceitando nossos limites, não nos permitindo a quebrar valores morais e éticos em nome da dependência do outro, somente essa simples atitude poderá ter impactos surpreendentes na reabilitação alheia, acredite, são os detalhes que fazem toda a diferença.
 
 
By Camila Oliveira Mello