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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Codependência - Controle - Reabilitação

Controle
A fase do controle dispara a obsessão familiar sobre o comportamento do dependente, fazendo com que a rotina da família se adeque e se organize de modo a obter o controle do uso.
Esta é uma das fases mais difíceis, pois os familiares acreditam que conseguiram mudar a situação, porém cada vez mais sem controle adota técnicas mirabolantes e mantém a ilusão, ficando obcecados pelo comportamento do seu familiar:
  • Permite o uso dentro de casa;
  • Estipula quantia para ser gasta;
  • Estipula horários para o uso;
  • Dar dinheiro para o uso, acreditando que será a última vez;
Todas estas regras não funcionam ou não são sustentadas por muito tempo.
Nesse estágio, a medida que o codependente toma conta da vida do outro, deixa a sua vida de lado; se afasta cada vez mais de si, deixando de lado o controle da sua vida, deixa de ter sentimentos próprios, vontades e atitudes de acordo com a sua personalidade.

                    

quarta-feira, 30 de março de 2016

Reabilitação de Dependente Químico e Alcoólico

Na Reabilitação de Dependente Químico e Alcoólico, os familiares são de vital importância para os bons resultados durante a recuperação

Identificação

É muito bom poder lhe ofertar o que tem de mais valioso na vida: a conquista de seus objetivos!
Para que haja a identificação, e a certeza de que esse material será de grande valia para a sua trajetória, vamos enumerar alguns acontecimentos comuns entre os codependentes, caso você se encaixe em ao menos quatro dos itens listados abaixo, você está no caminho certo:
Em relação à você e ao dependente com o qual você se relaciona, assinale a alternativa a qual você se vê:
  • sentir culpa quando a outra pessoa tem um problema, tentando achar solução para a questão do outro;
  • ter raiva quando sua ajuda ou modo de ajudar não é eficiente
  • culpar terceiros pela situação "são as más companhias";
  • achar que a outra pessoa irá leva-la a loucura;
  • comprometer-se demais com problemas alheios;
  • trocar suas vontades e compromissos pela vontade e compromissos dos outros;
  • tentar minimizar o dano causado: "Ele não é tão ruim assim";
  • sentir extrema ansiedade;
  • sentir pena;
  • sentir culpa;


O que tenho a lhe dizer é: Seja Bem Vinda (o)!
  • Você não está sozinha (o)!
    Hoje mais de 28 milhões de brasileiros, de acordo com um levantamento realizado pela Unifesp, tem ao menos um dependente químico na família: Estima-se que para cada dependente, quatro pessoas ao entorno dele desenvolve a codependencia.
                                              

sábado, 5 de março de 2016

O que é Internação Involuntária?

A internação involuntária é a pratica de utilizar meios legais para internar uma pessoa em uma Clínica de Reabilitação, contra a vontade ou sob seus protestos. Indicada para pessoas que estão em um nível avançado da dependência química ou alcóolica, que precisam de tratamento, mas não aceitam a internação. Onde o dependente perdeu a liberdade de escolha e não consegue mais escolher entre o consumo da substancia e a abstinência.
 


 
Geralmente, a família toma a iniciativa da internação, já que nesta fase o individuo esta tomado pela dependência, ele não consegue mais distinguir o que faz bem ou mal para si e sua família, podendo sofrer consequências graves, inclusive a morte.
 
A internação involuntária está prevista pela Lei 10.216 de 6 de Abril de 2002, regulamentada pela portaria federal n 2.391/2002/GM. Após a solicitação à Clinica, o Ministério Publico é informado, este processo é realizado após o diagnostico e laudo médico que são emitidos pela clinica. Somente pessoas de laço consanguíneo podem internar seus familiares contra a vontade.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O que é Dependência Química e Alcóolica?

Para entender o fenômeno da dependência química, o primeiro aspecto a ficar claro é o fato da dependência ser uma doença que causa diversas alterações cerebrais nas pessoas e afeta física, espiritual e mentalmente.

 A doença se estabelece através do uso repetido de uma substância que aos poucos vai modificando o funcionamento do cérebro, levando o indivíduo ao uso compulsivo e abusivo da substância, muitas vezes priorizando a busca pela droga e deixando em segundo plano uma série de outras atividades que lhe eram importantes.

Dessa forma, mesmo que o dependente queira parar com o uso da droga por conta própria, precisará, na maioria das vezes, de ajuda.

 A dependência química traz inúmeras consequências à vida dos dependentes e das pessoas de seu convívio. Essas consequências são tanto efeitos adversos diretos do uso das drogas, como a toxicidade provocada por seu abuso, quanto indiretos, tais como acidentes, suicídio, violência e uso de agulhas não estéreis.
A doença pode em muitos casos causar alterações de personalidade, que se mantém durante o período da doença e desaparecem quando o consumo da substância cessa. Essas alterações reaparecem rapidamente caso o indivíduo volte a consumir a substância, podendo inclusive servir como sinalizadores para as pessoas de seu convívio da drogadição.
Essas alterações se caracterizam por agressividade, impulsividade, desmazelo, mentir seguidamente, noções alteradas de ética, arrogância e prepotência, apatia e desinteresse pelas atividades cotidianas, instabilidade afetiva e alterações dos padrões de sono e alimentação.
Decorrente disso, o dependente perde sua função na sociedade e na família, degradando a vida à sua volta, sendo necessário então um processo de Reabilitação;

 


     



     

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Internação de Dependentes de Álcool e Drogas

Internação não é punição;
Internação não é prisão;
Internação para muitos é a ultima opção, quando deveria ser a primeira, em se tratar de uma doença crônica, progressiva e fatal;
 
A internação de dependentes químicos e alcoólicos se faz necessária quando é notório o envolvimento da pessoa com substancias psicoativas, a compulsão e a tolerância em seu organismo ficam maiores, trazendo riscos a saúde, comportamentos distorcidos da realidade e consequências desagradáveis não só para o usuário como para a família como um todo.
 
Através de mais de quatorze anos de pesquisas, estudos e testes de modelos terapêuticos, dispomos hoje de um programa de reabilitação que se adequa as necessidades dos pacientes, através de atendimentos com profissionais especializados como médicos psiquiatras, clínicos, psicólogos, psicoterapeutas e terapeutas, desenvolvemos com o paciente um novo caminho, onde lhe é ensinado sobre sua doença e implantadas ferramentas para que este saia do ciclo destrutivo de maneira eficaz e precisa;
 
Dispomos de programas para três, quatro ou seis meses de internação, dependendo do perfil do paciente e analise de nossa equipe terapêutica.