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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Codependência - Culpa - Reabilitação de Dependentes de Álcool e Drogas

Um dos estágios da Codependência é a Culpa, antes de seus entes queridos alcançarem a tão sonhada liberdade dos vícios e mesmo após a reabilitação, os familiares precisam saber lidar com a CULPA!
 
 
 
Culpa
A culpa geralmente se instala em todos os estágios, seja a culpa por pensamentos próprios ou a culpa que o dependente sugere "Por isso que eu bebo".
Quando os pais descobre a dependência do filho, a primeira pergunta é: " onde foi que eu errei? ". Os cônjuges por sua vez veem sua culpa em tudo e colocam-se em situações opressoras e humilhantes para não sentir a culpa.
Neste estágio devemos trocar a culpa por RESPONSABILIDADE. A grande diferença é que a culpa paralisa e a responsabilidade mobiliza.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Reabilitação de Dependentes Químicos - Fases da Codependência

Diante do processo de reabilitação de dependentes químicos é importante que os familiares participem do processo de reabilitação da codependência, mediante esta necessidade iremos descrever sobre o processo da doença pelo ponto de vista familiar;
 
 
As fases da Codependência
 
Independente do motivo que te trouxe até aqui, sentir-se vítima nesse momento não é condição absoluta, porém é uma fase do transtorno; A primeira é a negação
 
A negação
 
É a fase que todo familiar passa até conseguir admitir que seu ente querido faz uso abusivo de drogas ou bebidas; Segundo nossos estudos, essa fase pode levar de três à cinco anos aproximadamente, após a fase da experimentação; Esse tempo todo em que demorou para descobrir, na verdade é o tempo que demorou para aceitar, porque sempre houve indícios, mas a negação é utilizada como mecanismo de defesa para que o familiar não sinta a dor de ter um membro de sua família dependente químico ou alcóolatra.                                       
Porém a dor deve servir como trampolim para que você dê o próximo passo e não como peso que te prenda à situação.
Aceitar e entender a dependência química e alcóolica já é difícil, imaginem então após aceitar, saber que é necessário fazer algo por si, mudar comportamentos, rever conceitos, ouvir mais, buscar conhecimento e ajuda;
 
Pois é, por isso que a maioria das famílias vão da aceitação ao controle.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Drogas, quem vai por esse caminho?

Sexto

Crise de Identidade e Fuga
 
 
 
 
 
 
 
Por ser uma fase de transição, em muitos momentos pode se estabelecer a confusão sobre quem o adolescente é, já que está entre a infância e a idade adulta. Ser cobrado e tratado ora como criança, ora como adulto, pode deixa-lo confuso e se tornar algo intolerável. A fuga para isso pode ser na busca de algo que o faça "relaxar", que o leve para outra realidade.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Drogas, quem vai por esse caminho?

Quarto

Necessidade de Experimentar Novas Emoções
 
 
 
 
 
A adolescência é conhecida por ser a fase das muitas "primeiras vezes", isso por que, além do ciclo normal do crescimento, a juventude gosta de procurar novas sensações e experiências. para eles tudo que dá emoção é interessante e atrativo.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Outras Comorbidades Psiquiátricas

Hoje em dia é muito comum que a dependência química e alcoólica esteja associada a outra comorbidade psiquiátrica, para tanto é necessário o devido acompanhamento do paciente para que todos os seus desvios sejam tratados juntamente à dependência.
 
Exatamente por esses motivos é que orientamos às famílias procurarem profissionais experientes logo no principio da percepção da dependência química e alcoólica, para que o quadro não evolua e sejam evitados futuros cruzamentos de comorbidades, o que dificulta a melhora do quadro do paciente. Caso você já esteja nesse estágio, não se preocupe, não é uma condição definitiva, dispomos de equipe especializada para te ajudar.
 
 
O que é?
 
Transtorno de Personalidade Borderline é um distúrbioo em que indíviduos têm dificuldades extremas que regulam suas emoções. Os problemas incluem a raiva intensa, as relações caóticas, impulsividade, senso de auto-instavel, tentativas de suicídio, automutilação, vergonha, medo de abandono e sentimentos crônicos de vazio.
 
 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Relação Drogas x Criminalidade! Existe saída!

A relação entre drogas e criminalidade é tão intensa que, muitas vezes, é muito difícil ou quase impossível identificar em determinado comportamento, qual fator desencadeou o processo desviante.
Existem pessoas se prostituindo com o único objetivo: comprar drogas. Moças bonitas, saudáveis, de famílias de classes média e alta, muitas cursando as melhores universidades, que vencidas pela dependência química, apelam para a prostituição para sustentar o vicio.
O que acontece com a maioria delas é que em momentos de fisssura, praticam relações sexuais sem qualquer proteção com vários parceiros, expondo-se ao vírus HIV, siflis, hepatite, DSTs. Diferentemente das profissionais do sexo, estas mulheres depreciam-se fazendo programas por dia, por preço vil.
Outras vezes, tão dependentes, prncipalmente da cocaína e do crack, abandonam escolas, família, perdem emprego, e assim, sem sustento, sem qualquer atividade licita ou apoio, partem para a prostituição.
Com os rapazes observamos fenômeno semelhante. Quando começam a usar drogas, elas são oferecidas. Posteriormente, pagam por elas. Por algum tempo a mesada ainda suporta. Logo, começam a praticar pequenos furtos: anéis, correntinhas de ouro, brincos, relógios, dinheiro do bolso dos pais, enfim, qualquer objeto de valor e que sejam de fácil comercialização. Peças de roupas e tênis de marca desaparecem sem a menor explicação.
Eles vao usar o mesmo ritual em casas de parentes e de amigo, que não desconfiam deles e nem conseguem explicação para o desaparecimento de seus bens.
Mas isso tudo não é suficiente, muitos partes para o crime. São furtos de aparelhos de som em veículos, artigos de lojas, ataques a pessoas nas ruas e semáforo, alguns, de posse de arma, praticam crimes mais graves como roubos e sequestros. Como Descrito na Biblia Sagrada: "Um abismo chama outro abismo" Livro dos Salmos 42:7
 
Para frear a compulsão e evitar que um dano maior aconteça, como a prisão, é necessário afastar o dependente da sociedade a fim de reabilita-lo, quebrando o ciclo autodestrutivo no qual ele estava inserido;
 
Hoje a busca da internação não parte do usuário, mas sim da família que ao observar a degradação e sua impotência sobre a situação, decide ajudar o ente querido. Internar um parente é um ato de amor. Bem melhor visita-lo em uma clínica de reabilitação do que na cadeia.
 
Entre em contato conosco, somos especializados em internação involuntária, oferecemos reabilitação plena, de princípios, caráter e moral, devolvendo o paciente para a sociedade para que ele seja membro produtivo e siga sua vida sem outros danos.
 
Através de consultas médicas, atendimentos com psicólogos, terapeutas e outros profissionais especializados, revertemos o processo de dependência;

www.anjosdeumaasa.com.br

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Quais são os comportamentos de um Dependente Químico?

 

De acordo com Cunha (2006, p.35) os dependentes químicos apresentam comportamentos com características próprias entre estas, se destacam:


•Onipotência: o indivíduo acredita estar sempre no controle;

•Megalomania: tendência exagerada a crer na possibilidade de realizar um intento visualizando sempre o resultado;

•Manipulação: mentalidade de que tudo se faz pela realização de seus desejos, principalmente pela obtenção e uso de substâncias psicoativas;

•Obsessão: atitudes insanas pelo desejo de consumir drogas;

•Compulsão: atitudes desconexas, incoerentes com a realidade provocadas pelo desejo intenso e necessidade de continuar a consumir a substância;

•Ansiedade: necessidade constante da realização dos desejos;

•Apatia: Falta de empenho para a realização de objetivos e metas;

•Autossuficiência: mecanismo de defesa usado para afastar da consciência os sentimentos de inadequação social gerando uma falsa sensação de domínio;

•Autopiedade: um tipo específico de manipulação que o dependente usa para conseguir realizar algum propósito;

•Comportamentos antissociais: repertório comportamental gerado pela instabilidade emocional que o indivíduo desenvolve sem estabelecer vínculos tendo sua imagem marginalizada pelo meio social;

•Paranoia: desconfiança e suspeita exagerada de pessoas ou objetos, de maneira que qualquer manifestação comportamental de outras pessoas é tida como intencional ou malévola.
 
É comum que aconteçam nas famílias com dependentes químicos brigas, separações, uma vez que o usuário sob o efeito da droga, tem o pensamento somente voltado ao uso e obtenção da droga, o que traz perdas significativas na vida deste, como: perda do emprego, bens, prejuízos para a saúde e quebra de relacionamento com a família. Por este motivo o apoio da família é fundamental para a adesão do tratamento da dependência química por parte do usuário.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Internação Involuntária

A internação involuntária é a prática de utilizar meios legais como parte de uma lei de saúde mental para internar uma pessoa em um hospital psiquiátrico, clínica ou enfermaria contra a sua vontade ou sob os seus protestos.
Indicada para pessoas que estão num nível grave da dependência química, que precisam de tratamento, mas não aceitam a internação. Onde o dependente perdeu a liberdade de escolha e não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência.

Geralmente, a família toma a iniciativa da internação, já que nesta fase o individuo está tomado pela dependência, ele não consegue mais distinguir o que faz bem ou mal para si e sua família, podendo sofrer consequências graves, inclusive a morte.

A internação involuntária está prevista pela Lei 10.216, de 6 de abril de 2002, regulamentada pela portaria federal n° 2.391/2002/GM. Após a solicitação à clínica, o Ministério Público é informado, este processo precisa de um diagnóstico médico, elaborado por um médico psiquiatra ou clínico especialista na área (Responsabilidade da Clínica Contratada). Somente pessoas de ligação consanguínea podem solicitar a internação involuntária.

Para saber mais, acesse nosso site:
 
 
Ou entre em contato pelos telefones:

(11) 4407.0232
(11) 4407.0330
Vivo - (11) 97511-3777
Nextel e WhatsApp: (11) 9.4007.9752  ID:35*50*5075
               

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Existe Vida Após o Vício !

Excelência em Reabilitação;
 
Unidades Masculinas e Femininas;
 
Tratamento para quem precisa mas não aceita (Internação Involuntária);
 
Tratamento para quem aceita que perdeu o controle de sua vida (Internação Voluntária);
 
Período de Quatro ou Seis Meses, de acordo com o perfil do paciente;
 
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Dependência Química

 Sou um dependente químico?
 
Só você pode responder a esta pergunta.
 
Isto pode não ser fácil. Durante todo o tempo em que usamos drogas, quantas vezes dissemos "eu consigo controlar". Mesmo que isto fosse verdade no princípio, não é mais agora. As drogas nos controlavam. Vivíamos para usar e usávamos para viver. Um adicto é simplesmente uma pessoa cuja vida é controlada pelas drogas.
 
Talvez você admita que tenha problema com drogas, mas não se considere um adicto. Todos nós temos idéias preconcebidas sobre o que é um adicto. Não há nada de vergonhoso em ser um adicto, desde que você comece a agir positivamente. Se você pode se identificar com nossos problemas talvez possa se identificar com a nossa solução. As perguntas que se seguem foram escritas por adictos em recuperação . Se você tem alguma dúvida quanto a ser ou não um adicto, dedique alguns momentos à leitura das perguntas abaixo e responda-as o mais honestamente possível.
 
Alguma vez você já usou drogas sozinho?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Alguma vez você substituiu uma droga por outra, pensando que uma em particular era o problema?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Alguma vez você manipulou ou mentiu ao médico para obter drogas que necessitam de receita?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você já roubou drogas ou roubou para conseguir drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você usa regularmente uma droga quando acorda ou quando vai dormir?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você já usou uma droga para rebater os efeitos de outra?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você evita pessoas ou lugares que não aprovam o seu consumo de drogas?
Sim [    ]  Não [    ] 

 
Você já usou uma droga sem saber o que era ou quais eram seus efeitos?
Sim [    ]  Não [    

 
Alguma vez o seu desempenho no trabalho ou na escola foi prejudicado pelo seu consumo de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


 Alguma vez você foi preso em conseqüência do seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Alguma vez mentiu sobre o quê ou quanto você usava?
Sim [    ]  Não [    ]


Você coloca a compra de drogas à frente das suas responsabilidades?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já tentou parar ou controlar seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já esteve na prisão, hospital ou centro de reabilitação devido a seu uso?
Sim [    ]  Não [    ]


O uso de drogas interfere em seu sono ou alimentação?
Sim [    ]  Não [    ]


A idéia de ficar sem drogas o assusta?
Sim [    ]  Não [    ]


Você acha impossível viver sem drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Em algum momento você questionou sua sanidade?
Sim [    ]  Não [    ]


O consumo de drogas está tornando sua vida infeliz em casa?
Sim [    ]  Não [   ] 


Você já pensou que não conseguiria se adequar ou se divertir sem drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já se sentiu na defensiva, culpado ou envergonhado por seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você pensa muito em drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já teve medos irracionais ou indefiníveis?
Sim [    ]  Não [   ] 


O uso de drogas afetou seus relacionamentos sexuais?
Sim [    ]  Não [    ]


Você já tomou drogas que não eram de sua preferência?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Alguma vez você usou drogas devido a dor emocional ou "stress"?
Sim [    ]  Não [    ]

 
Você já teve uma "overdose"?
Sim [    ]  Não [    ]


Você continua usando, apesar das conseqüências negativas?
Sim [    ]  Não [    ]


Você pensa que talvez possa ter problema com drogas?
Sim [    ]  Não [    ]


Sou um Dependente Químico? Esta é uma pergunta que só você pode responder.
 
Descobrimos que todos nós respondemos "sim" a um número diferente de perguntas. O número de respostas positivas não é tão importante quanto aquilo que sentíamos e a maneira como a adicção tinha afetado nossas vidas.
 
Algumas destas perguntas nem ao menos mencionam drogas. A adicção é uma doença traiçoeira que afeta todas as áreas de nossas vidas, mesmo aquelas que a princípio não parecem ter muito a ver com drogas. As diferentes drogas que usávamos não eram tão importantes quanto os motivos pelos quais usávamos ou o que elas faziam conosco.     


Nós podemos te ajudar:
 
 
          

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Clínica de Reabilitação para Dependentes de Álcool e Drogas

Quando todas as alternativas já foram testadas e não se obtém êxito, surge a última e mais acertada decisão:
A internação!
Hoje a demora que a família tem em internar o dependente tem agravado a doença, aumentando a degradação e tornando a reabilitação mais morosa.

Não perca tempo, Cada minuto pode ser o último !
Nosso Troféu é a sua Vitória!
Somos especializado no tratamento de dependência química, alcoólica e outras comorbidades, proporcionando reabilitação completa e de qualidade ao paciente.
A dependência é uma doença de fundo emocional que gera inúmeros distúrbios ao portador, fazendo com que este faça uso de álcool/drogas de forma compulsiva.
É necessário então o afastamento do individuo da sociedade, a fim de que o mesmo seja orientado de forma adequada à respeito da sua doença e seja reabilitado ao convívio social.

Anjos de Um Asa
Seriedade, Compromisso e Responsabilidade!