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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Seis consequências do excesso de álcool

1) Cérebro

O excesso de álcool provoca diversos efeitos na região cerebral, como alterações nas áreas responsáveis pela memória, déficit cognitivo, neurodegeneração de algumas partes do cérebro, como o córtex pré-frontal, perda de função e/ou estrutura dos neurônios e inibição de processos de neurogênese (criação e desenvolvimento de novos neurônios).

2) Câncer

Aumentam os riscos de câncer nas regiões que entram em contato com as bebidas alcoólicas, como boca, laringe, faringe e esôfago.
 

3) Sistema digestório

O estômago pode sofrer erosões devido o álcool e, com isso, desenvolver gastrites. Mas é o fígado um dos órgãos mais afetados pelas bebidas alcoólicas, podendo acarretar inflamações, hemorragias, hepatite alcoólica e cirrose.

4) Síndrome de Korskoff

Trata-se de uma doença relacionada à carência de vitamina B1 (tiamina). Embora possa ter outras causas, o álcool é o motivo mais comum, pois a droga dificulta a absorção da tiamina pelo organismo. Alguns sintomas comuns são a paralisia de alguns músculos (dificultando o andar, por exemplo), problemas oftalmológicos e distúrbios de consciência ou estado mental.

5) Diabetes

O uso de álcool em excesso e de forma contínua pode provocar inflamação no pâncreas – órgão responsável pela produção da insulina. Essa inflamação, chamada de pancreatite, destrói o tecido pancreático e, desta forma, também as células que produzem insulina, levando ao Diabetes.

 

6) Mortes e Violência

Dados da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (ABEAD), por ano, 32 mil pessoas morrem em decorrência da bebida alcoólica, sendo 11 mil por cirrose. O álcool também está por trás de 60% das mortes no trânsito e 72% dos homicídios. Além do álcool contribuir para casos de afogamentos, quedas, suicídios, entre outros.
 
Com dados de: Ciência e Saúde, Ler Saúde, EM Digital

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Liberdade das drogas, familiares tem sua contribuição!

" Não se acostume com aquilo que não te faz bem, que não te acrescenta e não te faz feliz. Ame se tiver que amar, perdoe se sentir necessidade de perdoar, aceite o que puder aceitar, avance o que achar que dá para caminhar. Não passe pela vida ruminando amarguras. Amanheça em si mesmo e desperte os seus anseios. Adore o simples, o leal e valorize aquilo que lhe for verdadeiro, esquecendo o supérfluo. Porque um belo dia, os nossos sentidos irão despertar e nos mostrarão claramente pelo que de fato vale a pena lutar e chorar. Nesta vida nada é em vão, tudo faz parte de um grande aprendizado. O que foi essencial ontem, hoje já não é mais... são só cinzas povoando um coração decepcionado. Mas a vida segue. Então, limpamos as lágrimas, sacudimos a poeira e damos a volta por cima. Clarisse Lispector disse tudo: Ainda bem que existem outros dias, outras pessoas, outros amores, e eu digo: ainda bem que existem outras formas de amor e sobrevivência menos doentio..."
 
Darléa zacharias

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Dependência Química e Alcoólica

Existe Tratamento?

Conhecer o perfil do dependente químico que busca auxílio em unidade de recuperação é importante para a elaboração de estratégias de tratamento buscando a integração desses indivíduos à família e a sociedade.
A falta de acolhimento e isolamento imposto pela família e pela sociedade faz com que o dependente químico deixe de procurar atendimento.
O tratamento consiste em parar de usar a droga e se manter em abstinência. O processo pode ser voluntário ou involuntário.
A recuperação envolve reabilitação, reaprendizagem ou restabelecimento da capacidade de manter um estilo de vida positivo. As metas de recuperação prevalecem às mesmas para todos: Aprender ou reaprender a ter estilos de vida positivos em que as drogas não se façam presentes. A recuperação envolve ainda a mudança do modo como os indivíduos percebem a si mesmo no mundo, ou seja, sua identidade.
 
 
Nós podemos te ajudar, acesse:
 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Existe Vida Após o Vício !

Excelência em Reabilitação;
 
Unidades Masculinas e Femininas;
 
Tratamento para quem precisa mas não aceita (Internação Involuntária);
 
Tratamento para quem aceita que perdeu o controle de sua vida (Internação Voluntária);
 
Período de Quatro ou Seis Meses, de acordo com o perfil do paciente;
 
 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Problemas com Drogas e Alcóol?

Que tal parar hoje de beber?
Sim, Hoje!
Quer data mais bela para o marco de um recomeço? O Natal e sua Véspera!!

Sua luta é a nossa luta!

Diga não às Drogas!

É bem louco ser careta ;)


Nós estamos de plantão e podemos te ajudar:

www.anjosdeumaasa.com.br

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Dependência Química - De quem é a culpa?

Quando a família se depara com um membro que é dependente químico ou alcóolico, é comum em primeiro lugar fechar os olhos para tudo o que acontece, posteriormente procurar um culpado para a situação é o foco de todos.
 
 
 
 
Porem, vale ressaltar que a dependência química é uma doença (OMS) e que pode ter caráter hereditário, portanto a diferença entre quem usa de vez em quando e não se vicia e o dependente que em seu primeiro uso já tem traços de compulsão, o que futuramente descontrola e atinge todos os níveis da vida da pessoa e de quem esta em torno.
No Modelo Cognitivo de Aaron Beck é considerado o uso de substancias uma estratégia compensatória que tem a função de eliminar e neutralizar crenças disfuncionais básicas e centrais a respeito de si, do outro, do mundo e das relações entre eles.
Aos Pais resta o papel de Responsabilidade sobre o dependente e jamais a culpa, pois independente do que tenham feito para educar seus filhos, temos a certeza que foi feito o seu melhor; Mas não há como fugir da responsabilidade de fazer algo pelo dependente para que o dano seja revertido e a reabilitação alcançada.
 
Não se esqueçam: Você é Responsável pela vida de seu filho!
 
Precisa de Ajuda?
Entre em contato conosco:
 
 
 

sábado, 12 de dezembro de 2015

COMO AJUDAR UM DEPENDENTE QUÍMICO/ALCÓOLICO

       
Como lidar com meu filho dependente de drogas?
Não sei o que fazer? Como orientá-lo a se tratar?
A Equipe Anjos de Uma Asa, fornece algumas orientações para que a família ajude uma pessoa que desenvolveu dependência de drogas mas não quer procurar tratamento.
1. Interrompa as "operações resgate"- Frequentemente, membros da família tentam proteger o dependente das consequências de seu problema, inventando desculpas ou tirando-o de confusões resultantes de seu consumo de drogas. O aconselhável é interromper essas "operações resgate" e dar-lhe oportunidade para vivenciar integralmente as consequências danosas de seu comportamento, aumentando significativamente sua lista de motivos para mudar de comportamento.
2. Escolha o momento apropriado para conversar - organize-se para falar com a pessoa pouco depois da ocorrência de algum problema. Por exemplo, após uma briga familiar séria na qual o uso de álcool ou drogas tenha tido um papel importante, ou logo após um acidente ocorrido sob o efeito de drogas. O momento certo é aquele no qual o efeito da substância já tenha passado, em que ambos estejam calmos e em que seja possível obter um certo grau de privacidade.
3. Seja específico - Diga claramente para a pessoa que está preocupado com seu consumo de drogas e que quer ajudá-la a procurar atendimento especializado. Fundamente sua preocupação com exemplos de situações nas quais o uso da substância tenha causado problemas ao próprio usuário, a você ou a terceiros, incluindo o incidente mais recente.
4. Deixe claras as consequências de recusar-se a procurar ajuda - Explique para o dependente que até que ele (ou ela) aceite ajuda especializada você irá tomar algumas atitudes na sua vida, não para puni-lo, mas para se proteger. Essas medidas podem variar de não acompanhá-lo a eventos onde o consumo de substâncias sempre acontece, até mudar de casa para não se envolver em situações problemáticas. Mas cuidado: não faça ameaças que não possa cumprir, mencione apenas o que você realmente tem condições de por em prática.
5. Esteja pronto para ajudar - reúna antecipadamente informações sobre possíveis locais de tratamento ou ajuda. Se a pessoa aceitar procurar alguém, telefone imediatamente para marcar um horário e ofereça-se para acompanhá-lo na primeira visita.
Vale lembrar que se ele recusa se tratar, sua família poderá dar o primeiro passo, buscando ajuda especializada. Desta forma, os familiares se tornam, antes de tudo, um exemplo para o dependente e, o mais importante, demonstram e assumem que estão dispostos a participar ativamente deste processo e que todos estão implicados. Ou seja, o problema não é só do dependente, é de todos!
O melhor a fazer é procurar tratamento e orientações com profissionais de saúde especializados no assunto de dependência química, como um psicólogo ou um terapeuta.

Juntos Somos Mais Fortes !

Inscreva-se no nosso canal do YouTube e tenha acesso à série de vídeos de Reabilitação e Codependencia.

https://www.youtube.com/channel/UCMZV6aDNJQIphhEbnbFu2Vw?view_as=public 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Uso Frequente, Perigo Iminente!

Nessa jornada de mais de dez anos envolvidos no processo de reabilitação de usuários de drogas e álcool, é notório a dificuldade do individuo em aceitar que perdeu o controle, que as drogas o levaram ao fundo do poço; Existem inúmeros fatores pelos quais o usuário insiste no abuso de substancias psicoativas e não se incomoda com a sua degradação, porém um dos fatores em destaque é o dano causado ao cérebro, que em determinado estágio pode ser irreversível:
 
Durante o uso, os circuitos de ligação que ativam o prazer ficam conectados por muito tempo, fazendo com que a pessoa não sinta prazer em momentos comuns como qualquer outro ser humano, pois seu cérebro se adaptou ao prazer atingido através da química e dificilmente consegue ser ativado de outra maneira;
 
Outros danos mais graves podem ser acarretados com o uso frequente das substancias químicas, é comum encontrar dependentes abstinentes com dificuldades de raciocínio, falta de concentração e coordenação, irritabilidade, depressão, entre outros;
 
O processo de reabilitação se torna mias difícil quando o uso é prolongado, estudos apontam que o cérebro demora em média dez anos, após o individuo parar de usar drogas, para se recompor dos danos, sendo que alguns são irreversíveis mesmo com longos períodos de abstinência.
 
 
 
Todos nós temos o poder da escolha,
O livre arbítrio
Seja consciente,
Escolha uma vida de sobriedade,
Não deixe para amanhã,
Comece hoje,
Amanhã poderá ser tarde!
Pare agora!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Reportagem Rede Record com Anjos de Uma Asa

A equipe Anjos de Uma Asa participou do resgate de uma usuária de crack que por causa do vício morava em um cemitério em Carapicuíba SP - apesar de ter ganho o tratamento completo de reabilitação cedido por uma de nossas unidades, a usuária não conseguiu superar as crises de abstinência e por se tratar de uma internação de caráter voluntário, a mesma optou por voltar ao uso, abandonando a clínica.
 
Vejam até onde o vício pode levar, a degradação total do ser humano, que mesmo com uma oportunidade de se reabilitar o vicio falou mais alto;
 
Muitas pessoas optam pela droga, abandonam família, filhos, esposo e casa; Abandonam tudo em nome de um prazer ilusório.

Assistam a série de reportagem no link abaixo:
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Ajude quem você Ama!

Quando se trata de dependência química e alcoólica, uma das principais características do usuário é o descontrole. O descontrole total, em todos os aspectos tanto emocional quanto em relação à quantidade usada e situações nas quais a pessoa se envolve.
Para tanto a esperança da mão que será lançada para ajudar vem das pessoas mais próximas, aquelas que presenciam atitudes irresponsáveis, desordenadas, sem pudor ou moral. Essas mão geralmente são de mães, irmãs, esposas, pais, avós, etc. pessoas essas escolhidas por Deus para lançar a mão de ajuda em meio a escuridão, atitude que exige da pessoa o mínimo de discernimento e sabedoria para aceitar ao alvo.
 
Quando vamos analisar o perfil das pessoas que procuram os serviços de auxilio ao tratamento de dependentes químicos e alcoólicos disponíveis, tanto publico como particular, podemos notar que a procura é totalmente aleatória e perdida, parece que já não acreditam em mais nada e querem uma saída somente para se livrar momentaneamente do transtorno; Esse é o fator que faz com que chances sejam desperdiçadas e pessoas estejam fadadas ao fracasso quando se diz respeito a reabilitação de algum vício.
 
Portanto você que pode disponibilizar ajuda, faça-o quanto antes, porém busque conhecimento, instituições e profissionais que possam lhe respaldar;
 
Dicas úteis:
 
Mesmo com toda a vontade do mundo de ficar "limpo" um dependente pode recair pelo simples fato de não conseguir conviver bem com pessoas que estão a sua volta, não ter habilidade de lidar com o momento delicado e vice e versa.
Os relacionamentos são pontos cruciais para a manutenção da abstinência; Com isso não temos a intenção de botar a culpa e muito menos a responsabilidades dessa jornada nos familiares, somente deixar claro que situações difíceis podem ser mais facilmente resolvidas quando se tem o envolvimento, comprometimento e busca de todos - dependentes e co-dependentes - necessitam ser tratados e libertos juntamente.
 
links importantes:
Grupo de Familiares:

sábado, 7 de novembro de 2015

Enfrentando os Dilemas !

A dependência química / alcóolica das pessoas que convivem conosco desestabiliza toda a energia e os esforços que concentramos para nos desenvolvermos.
 
A estagnação ou retroação é uma característica bem comum dessa doença, desde sua fase ativa até mesmo na reabilitação.
As dificuldades que todos tem em suas vidas são estimuladas pela compulsão, oscilação de humor, descontentamento e um enorme vazio que precisa ser preenchido, alguns  dependentes preenchem com drogas, outros já sem o uso das substancias preenchem com exagero nas alimentações, relações amorosas doentias, fugas regionais, pessoais, situacionais.

Porém é notório a grande dificuldade das pessoas mais próximas em notar que essa pessoa é portadora de uma doença reconhecida pelo OMS (Organização Mundial de Saúde) que é progressiva e fatal caso não seja estagnada.
O portador dessa doença não é como qualquer outra pessoa, todas as suas qualidades e defeitos são exacerbados, causando imensa inabilidade com a vida em um contexto geral.

A reabilitação é um processo de reeducação, onde é necessário muito esforço e boa vontade para romper hábitos e costumes doentios que causam autodestruição.

O dependente é expert em auto sabotagem, programar mentalmente sua destruição e caminhar até ela lentamente, mas sem se esquecer de ter 'bons motivos" para isso. Sempre que há uma recaída é possível que o dependente tenha uma lista pronta dos motivos pelos quais ele foi usar drogas, incluindo bem explicitamente a culpa das pessoas mais próximas.
 
O que resta aos codependentes é uma busca intensa de conhecimento, sempre colocando a frente o amor próprio, querer o bem do dependente químico não é o suficiente para muda-lo, afinal ninguém tem o poder de mudar o outro, o que podemos e devemos é mudarmos a nós mesmos, aceitando nossos limites, não nos permitindo a quebrar valores morais e éticos em nome da dependência do outro, somente essa simples atitude poderá ter impactos surpreendentes na reabilitação alheia, acredite, são os detalhes que fazem toda a diferença.
 
 
By Camila Oliveira Mello
 



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A CoDependência – Ajuda mútua ou fracasso mútuo - Auxílio aos familiares de dependentes

Codependência é um termo da área de saúde usado para se referir a pessoas fortemente ligadas emocionalmente a uma pessoa com séria dependência de uma substância (como álcool ou drogas ilícitas) . É um fato conhecido que a dependência patológica causa grande impacto e sofrimento na vida das pessoas próximas, mas poucos percebem como a codependência é altamente prejudicial para ambas partes envolvidas. Ao invés de ajudar o dependente a melhorar, certos tipos de codependentes acabam reforçando o comportamento patológico. O codependente acredita que sua felicidade depende da pessoa que tenta ajudar, e assim se torna dependente dele emocionalmente, sendo excessivamente permissivo, tolerante e compreensivo com os abusos do outro, mesmo que este seja excessivamente controlador, perfeccionista e autoritário. É comum que o codependente coloque as necessidades do outro, acima de suas próprias. Pesquisas apontam que para um dependente de álcool/drogas existem pelo menos quatro codependentes extremamente envolvidos no quadro do doente, fazendo com que facilitem ou dificultem a recuperação do mesmo.
 
Facilitar: O termo facilitar aqui significa que os familiares envolvidos na situação estão totalmente dispostos a encontrar a resolutiva para a problemática, pesquisando, procurando orientações de profissionais, frequentando grupos de ajuda, enfim, se esforçando para contribuir positivamente na reabilitação de seu ente querido.
 
Dificultar: O termo dificultar, infelizmente, diz respeita a grande parte dos familiares, que superestimam ou subestimam seu familiar dependente, cometendo erros que podem leva-lo mais rapidamente de volta ao uso.
 
Em uma próxima postagem irei detalhar mais alguns pontos cruciais para que a reabilitação do dependente seja um processo natural e menos doloroso do que conseguimos constatar em nossos trabalhos de acompanhamento do desenvolvimento da recuperação dos pacientes.
 
Este blog é uma continuação no trabalho desenvolvido há mais de dez anos pela Equipe Anjos de Uma Asa:
 
 
Juntos podemos ir mais longe!